quinta-feira, 27 de julho de 2017

Impactos ambientais visíveis no bioma de Mata Atlantica, causados pela ocupação desordenada no bairro Cota 200 - Trabalho de Campo (1º parte)

Quando estávamos andando pela Cota 200, pudemos observar várias paisagens. Porém, infelizmente, também vimos coisas negativas.

Ao redor, há destroços de casas. Isso, por um lado, mostra o resultado do projeto de revitalização, que tem como base demolir as casas em perigo e transformar a Cota em um bairro sustentável. Porém, por outro lado, também mostra a falta de cuidado. Afinal, se estamos demolindo as casas, vamos demolir direito. Sem deixar restos e vestígios. Assim, nos dias de chuvas, não teremos perigos desses destroços, no meio da Mata Atlântica, causarem danos irreversíveis.

No bairro, a retirada da mata e da floresta é visível. E, quando acontece um tipo de dano com esse, os barracos construídos no meio das áreas de preservação ambiental ficam ameaçados; as pessoas não só ficam com riscos de alagamentos, como também, de deslizamentos e perdas de vidas.

Já, sobre o principal córrego da Cota, que deveria servir para a população, do bairro, se abastecer, não tem essa função. Ele está poluído. Nele, há diversos tipos de lixos, como CDs; o ser humano tem a capacidade de estragar privilégios que a natureza lhe oferece. 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Venha saber sobre o nosso Estudo de Meio!

Há dois dias atrás, realizamos o nosso Estudo de Meio que estávamos falando nas postagens anteriores. No final da visita do bairro Cota 200, as pessoas do bairro fizeram almoço para nós. Também plantamos plantinhas como cactos, para levar para casa...Ah, foi incrível!

Mas, calma! Que, antes de tudo, nós iremos te explicar o que aprendemos. Agora, você está preste a saber cada detalhe sobre os bairros Cota e, principalmente, do Cota 200! Uhul!

Os bairros Cota são comunidades antigas, com mais de 60 anos, construídos em meio à floresta, antes de existir a preocupação com a preservação da vegetação. Eles possuem esse nome por estarem encravados na serra, cada um ocupando uma cota topográfica. Parece loucura, né? Mas, não é! Vocês acreditam?

Antes, haviam vários bairros Cotas que estavam sendo ocupados, como a 95, 400 e a 500. Mas, as pessoas que estavam nelas foram obrigadas a se retirarem por questões de segurança.  Essas questões de segurança envolvem desde os deslizamentos das casas por causa das chuvas até preservações ambientais.  

As pessoas foram trazidas para o bairro Cota 200 pelo governo, para assim, elas realizarem a construção da Anchieta... A Anchieta é essencial para as pessoas que vivem lá. E isso faz com que muitas pessoas não possam se mudar de lá, devido a seu histórico familiar. Mas, a mudança teve que acontecer. Afinal, estavam em áreas perigosas e de preservação ambiental, não é mesmo?

A Cota 200 não é um bairro sustentável;ela não é ecologicamente correto nem economicamente viável. Porém se localiza numa região sustentável, na maior reserva de Mata Atlântica do País...

Hoje, nas áreas de perigo, ao invés de casas, podemos ver “clarões” de terra no meio da mata e destroços de barracos espalhados no alto das ocupações. A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), empresa do governo estadual, quer transformar o bairro Cota 200, numa região sustentável.

A intenção do projeto é implantar, no bairo, soluções de sustentabilidade. Construção sustentável, reutilização da água, reciclagem de materiais, melhoria de aparência, como pinturas de mandalas nos muros e aplicação de rede de esgoto e energias sustentaveis são algumas medidas previstas para o Cota 200, uma área histórica de ocupação irregular na Serra do Mar.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Os problemas da urbanização desordenada e ocupações irregulares na Cota 200 - Pré estudo - A cota de um bairro

É evidente que, tudo se transforma pela ação do homem. Sendo assim, é impossível termos um mundo habitado sem que sofra alterações diversas. Essas alterações envolvem, principalmente, um processo acelerado de transformações, as quais surgiram durante a Revolução Industrial e dos avanços da tecnologia.

As cidades, nos dias de hoje, estão, cada vez mais, aglomeradas. Esse crescimento populacional está aliado à falta de uma política habitacional e não acompanhado por um planejamento. Em cidades não preparadas, por exemplo, gera um grande “inchaço” de pessoas. E, tudo isso, é resultado de construções precárias e de uma intensa pobreza urbana e ocupação do solo, em áreas, naturalmente, de riscos à habitação humana que, é agravado, sobretudo, pela constante retirada de mata.

A retirada da mata ou de florestas ameaça a presença da população nas infraestruturas precárias (favelas e cortiços) com riscos de deslizamentos e surgimentos de doenças e epidemias causadas pela falta de higiene e serviços sanitários; esse é o cenário da maioria dos países subdesenvolvidos, nas zonas urbanas, incluindo a Cota 200.

O bairro Cota 200, em Cubatão, apresenta o seguinte problema: ocupações irregulares em área de preservação ambiental, a Mata Atlântica. Essas ocupações irregulares fazem com que as pessoas, nos dias de chuvas, possam perder suas casas e, até mesmo, as suas vidas com as fortes enchentes e deslizamentos. Sendo assim, o governo teve uma licença para retirar as pessoas que estavam ocupando área de riscos e de preservação ambiental.

Mas, discutir essa questão apenas pelo lado das “carências sociais” seria desconectar a realidade, além de desconhecer os danos irreversíveis ao ambiente e à sociedade.

Há décadas, esse problema não é encarado devidamente. Apesar da Cota 200 estar recebendo apoio de todos os núcleos de desenvolvimento local do Programa de Recuperação da Serra do Mar, ainda existem e persistem problemas relacionados à qualidade de vida e à poluição dos ecossistemas.


Do que adianta aplicarmos um projeto de revitalização, com reutilização da água, reciclagem de materiais, melhoria de aparência, encanamento de esgoto e aplicação de energias renováveis se, o nosso governo, com a sua licença, retira as pessoas de área de riscos e destrói suas casas, sem prometer, depois, nenhuma em troca?  Acreditamos, sim, na luta pela preservação, mas não em cima de uma absoluta extinção de história. 

Não veem que, na maioria, eram pessoas que possuiam um  passado e moravam no bairro há 30/40 anos? De lá, elas não tem para onde irem. Apenas, imagine você morando na Cota desde a construção da Anchieta e, um belo dia, o governo chega e te diz a seguinte frase: “Você terá que desocupar a sua casa”. Você, aí, que está lendo, concordaria e, simplesmente, sairia, deixando tudo que construi para trás? 

Nós, grupo, não! É a nossa historia, nossa casa, temos o direito, ué... Então, foi por causa de opiniões como nossas, que foram realizadas reuniões. Tudo foi feito com muita cautela, consciência e paciência, para assim, os moradores entenderem o quanto é/foi importante eles se retirarem de lá; uma área de preservação ambiental.

Isso, de fato, é uma questão muito complicada, pois, retirar as pessoas de sua atual permanência deveria ser um intuito de preservar a Mata Atlântica e, também, de proteger a vida das pessoas que estão lá. Só que, esse tipo de proteção, vai muito além do que imaginamos. Essas pessoas estão precisando de uma proteção de verdade. Um tipo de proteção com que, ao invés, de retirarmos ela do bairro e deixarmo-las em situações muito piores, morando na rua sem absolutamente nada, devemos dar abrigo, lar e proteção.

Em geral, sobre esse crescimento de urbanização desordenada que não é facilmente equacionada pelo Estado, demonstra uma urgente necessidade de conscientização da sociedade como um todo e, principalmente, dos órgãos públicos responsáveis pela gestão e fiscalização do uso do dinheiro público. Afinal, não há como saber quais serão os reais danos e impactos ambientais causados ao meio ambiente e, o que é pior, não existe nenhuma política de planejamento ou ação social em evidência, buscando tonar “menos tenso” esse risco de impacto negativo.

A correção de erros cometidos no passado pelo não planejamento é uma tarefa difícil e de longo prazo, mas deve ser o primeiro objetivo do Estado, independentemente do partido que esteja no poder. Para isso, é necessário que haja integração entre as dimensões econômicas e sociais na criação de novas estratégias, tendo, como principal, um melhor planejamento das cidades; a busca pela melhor qualidade de vida de todos os cidadãos jamais pode ser desprezada.

A Cota de um bairro

Estamos nos preparativos para o nosso Estudo de Meio!

Então, na aula de Geografia, vimos um vídeo chamado "A cota de um bairro". Em seguida, a professora explicou sobre a ocupação desordenada que a Cota enfrenta: casas precárias são construídas em uma área de preservação ambiental, a Mata Atlântica - e isso, tem como resultado riscos de deslizamentos e enchentes. 

Assim, os órgãos públicos, pensando pelo lado da preservação ambiental e da sustentabilidade, conseguiram uma licença para demolir essas moradias irregulares, transferindo as pessoas para outro lugar. Mas, isso nem sempre acontece, pois nenhum dos moradores removidos dos bairros Cotas recebem suas novas moradias de graça.

Muitas pessoas que estão alojadas na Cota possuem um histórico familiar desde a construção da Anchieta. E, isso, faz com que a maioria não possua condições de se mudar e construir, em outro lugar, uma casa... Quando o governo retira essas pessoas, não lhe sobram mais nada. Afinal, o que elas investiram ao longo de suas vidas, não foi devolvido.

Sendo assim, a professora propôs que fizéssemos um texto individual crítico sobre esses problemas de urbanização, envolvendo, também, a falta eficaz de uma política pública. Desse texto individual irá surgir um texto coletivo. Ou seja, juntos criaremos um único texto sobre as ocupações irregulares, na Cota 200.

Esperamos que gostem!

domingo, 23 de julho de 2017

Temos novidades!

Pessoal, vocês não vão acreditar!

Acabamos de receber um comunicado, da nossa escola, sobre o Estudo de Meio que realizaremos nesse Segundo Trimestre. Ele tem tudo a ver com o que estamos abordando aqui no blog. Olha que legal!

O Estudo será realizado no dia 23 de Maio, numa terça – feira. Para onde vamos? Bom, nós iremos para o bairro Cota 200 e, também, para Santos.

O bairro Cota 200 está localizado em Cubatão, a 200 metros do nível do mar, perto da Rodovia Anchieta. Essa visita terá como resultado um estudo mais aprofundado sobre sustentabilidade. Afinal, lá, existiam diversas moradias em lugares de preservação ambiental e, hoje, o governo está tentando “acabar” com essa urbanização desordenada, transformando o bairro numa região sustentável.

Então, para vocês não ficarem por fora de nada, iremos observar e registar as características dos projetos de revitalização ambiental do bairro, a emissão de gases gerados pelas industrias na região de Cubatão e os impactos ambientais visíveis no bioma da Mata Atlântica, causados pela ocupação desordenada no bairro.

Anotaremos, também, as medidas de temperatura realizadas em diferentes pontos do Estudo do Meio para uma futura análise climatológica da região. Os índices de pH das amostras de água coletada serão analisados no laboratório e, a partir daí, produziremos um relatório com o resultado das análises laboratoriais/climatológicas coletadas.

Assim, você não só ampliará o seu conhecimento, como também, conhecerá o bairro virtualmente. Iremos fotografar cada detalhe.... Demais, né?!

sábado, 22 de julho de 2017

Como posso ser sustentével, no meu dia a dia?

Você sabia que os simples gestos que podemos fazer são um ótimo começo para tornar nosso planeta mais sustentável?

Caso você esteja pensando em se tornar uma pessoa sustentável, você precisará seguir nossas dicas. Mas, relaxe. Elas são muito simples e, com certeza, você terá oportunidades de realizá-las todos. Olha que legal?!

  •          Primeira Dica: Reduza o consume de água!
Para quem não sabe, reduzir é muito importante. Então, desligue as torneiras quando elas não estão sendo usadas. Desligue o chuveiro para espumar o corpo.

Repare se o encanamento está com problemas, assim você evitará gotejamento e vazamento. Reutilize água da lavanderia para lavar o quintal. Colete a água da chuva para regar as plantas.

E, se você é aquele tipo de pessoa que canta e pensa sobre a vida debaixo do chuveiro, deixe esse momento para outra hora, ok? Durante o banho, preste atenção no que está fazendo e faça o mais rápido possível!

  •          Segunda Dica: Respeite e não polua o nosso mundo!
Dê preferência aos produtos orgânicos, que são saudáveis e não atacam o solo com pesticidas. Consuma menos alimentos transgênicos, ou seja, alimentos geneticamente modificados que têm como resultado, um prejuízo para o meio ambiente e também para a nossa saúde. Exemplos de alimentos transgênicos são massas pré-fabricadas, lanches e outros alimentos derivados do milho (farinha de milho, óleo, polenta).

Evite sacolas plásticas e o uso de produtos químicos na limpeza doméstica, escolha produtos de limpeza biodegradáveis, que se decompõem na natureza.

  •          Terceira Dica: Não contribua para a extinção da fauna e da flora!
Não compre animais selvagens, pois é um comércio ilegal e contribui para a extinção de muitas espécies!

Plante árvores.

Tente parar de consumir alimentos ou comprar produtos derivados de espécies ameaçadas de extinção.

  •      Quarta Dica: Economize energia!
Economizar energia é bom para você... Bom para a natureza!

Então, retire da tomada os eletrodomésticos após o uso e não deixe televisões, luzes ou rádios ligados se ninguém estiver usando!

Tente comprar lâmpadas de LED (abreviação do Inglês para Light Emitting Diode). Embora sejam mais caras, elas gastam bem menos energia do que as outras!

Aproveite a luz solar e abra as portas e janelas; é mais agradável e faz bem para a sua saúde!

  •         Quinta Dica: Reduza, Reutilize e Recicle!
Diminua o consumo de produtos embalados e escolha produtos com embalagens retornáveis, não se esquecendo de utilizar sacolas de tecido.

Vá, pelo menos, uma vez por semana ao mercado e compre somente o necessário. Ou seja, para isso, você precisa listar os items que são realmente necessários!

Separe o seu lixo para a coleta seletiva e tente transformar, com a sua imaginação, coisas velhas em novas! 

  •          Sexta Dica: Use o Transporte Sustentável!
Quando possível, deixe o carro na garagem e faça uma caminhada. Além de evitar a emissão de gases poluentes, faz bem à saúde.

Prefira carros que utilizam etanol ou energia elétrica e, se possível, use transporte coletivo. resultado: um carro a menos poluindo o ar que respiramos!

Dar carona aos amigos ou pegar carona pode ser divertido e sustentável, sabia?
Andar de bicicleta também gasta calorias e poupa a natureza!

  •          Sétima Dica: Use pilhas recarregáveis!
As pilhas recarregáveis poupam o seu dinheiro e diminuem a produção de lixo.


  •          Oitava Dica: Nunca, jamais, em hipótese alguma, jogue lixo na rua!


  •         Nona Dica: Pense mil vezes antes de comprar algo!
Pare de comprar coisas por impulso, mesmo que estejam em uma “super promoção”. Quando vir uma “oportunidade” destas, respire fundo, dê uma volta e reflita se realmente precisa daquilo, ou se será mais um objeto acumulado e sem uso na sua casa e, que, depois, provavelmente irá para o lixo.


  •         Décima Dica: Proteja o nosso meio ambiente! 
Nós somos responsáveis pelo lugar em que vivemos e devemos trabalhar e cuidar para mantê-lo saudável. Denuncie práticas que agridam o meio ambiente!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Sustentabilidade... Faça a sua parte!

Lembre - se de que a moda é reciclar e, tudo isso, é uma responsabilidade Socio-ambiental! Precisamos cuidar e melhorar o planeta em que vivemos para as próximas gerações. Você está disposto a fazer mudança? 


Conclusão

Com este Blog percebemos os diversos pontos de sustentabilidade, que muitas vezes não estão presentes na sociedade, por conta das nossas g...